O FUTURO DA DEMOCRACIA
Será que a liberdade e a democracia que nos esperam no futuro, caso a sra. Dilma ganhe as eleições, terá como base a montagem de dossiês, o patrulhamento daqueles que não se alinham com as ideias do governo, a quebra de sigilos e a censura à livre expressão e aos meios de comunicação? Isso sem falar nas inverdades, na politicagem, na impunidade e na corrupção. O cenário vislumbrado, pelo menos para quem raciocina, é assustador. Ainda há tempo de reverter!
David Neto
Caso Dilma vença as eleições, será que a liberdade e a democracia do futuro terá como base a montagem de dossiês, o patrulhamento daqueles que não se alinham com as idéias do governo, na quebra de sigilos e na censura à livre expressão dos meios de comunicação? O cenário que se vislumbra é assustador.
David Neto
Será que a liberdade e a democracia que nos esperam no futuro, caso a sra. Dilma ganhe as eleições, terá como base a montagem de dossiês, o patrulhamento daqueles que não se alinham com as ideias do governo, a quebra de sigilos e a censura à livre expressão e aos meios de comunicação? Isso sem falar nas inverdades, na politicagem, na impunidade e na corrupção. O cenário vislumbrado, pelo menos para quem raciocina, é assustador. Ainda há tempo de reverter!
Por meio da lei nº 12292 de 20/07/2010 sancionada por Luiz Inácio Lula da Silva, o governo doou R$ 25 milhões de reais para o “HAMAS” tendo como argumento (sic) a “reconstrução” da faixa de Gaza. Até aí não teria problema nenhum se este território não fosse governado pelo grupo terrorista HAMAS, conhecido internacionalmente por sua intensa luta em tentar, insistentemente, destruir o Estado de Israel utilizando de homens bombas que penetram no espaço Israelense com o objetivo de aniquilar seres humanos, na sua grande maioria civis, além do rotineiro lançamento de foguetes de alto poder de destruição. Não raro os seus intentos foram alcançados ceifando muitas vidas e infligindo mutilações e incapacitações físicas a inocentes. A verdade é que, com base na nefasta política externa que Lula, Marco Aurélio Garcia e o Chanceler Amorim praticam, podendo ser citadas o apoio ao Irã, às FARCS, Cuba e alguns países africanos que ainda praticam o genocídio, não seria de se estranhar que estes recursos estivessem sendo encaminhados para Gaza sob o “manto da reconstrução”, mas, efetivamente, revertido para contribuir com o incremento do armamento bélico voltado ao grupo terrorista, conseqüentemente, visando a manutenção do terrorismo. O fato é que os atuais gestores petistas doam descaradamente o dinheiro suado do trabalhador, valores estes oriundos da escorchante carga tributária que incide sobre produtos, salários, etc, para países como Venezuela, Equador, Bolívia, Paraguai, Haiti, entre outros, a fundo perdido. Isso sem falar no terrível MST que nem sequer possui CNPJ e como se já não bastasse, agora, para um grupo terrorista (HAMAS), sabe-se lá sob qual motivação. Não seria melhor que esses recursos ficassem por aqui para investir no combate à fome, às doenças, à miséria, em moradia e educação, mas, e, principalmente, na liberdade, na democracia e sobretudo na paz? Isso tudo é muito grave…
Por meio da lei nº 12292 de 20/07/2010 o governo federal doou R$ 25 milhões de reais para o “HAMAS” tendo como argumento (sic) a “reconstrução” da faixa de Gaza.
Até aí não teria problema nenhum se este território não fosse governado pelo grupo terrorista HAMAS, conhecido internacionalmente por sua intensa luta em tentar insistentemente destruir o Estado de Israel.
É público e notório que por várias vezes este grupo terrorista enviou homens bombas para dentro do território Israelense com o objetivo de aniquilar seres humanos, na sua grande maioria civis, além do rotineiro lançamento de foguetes de alto poder de destruição.
Não raro os seus intentos foram alcançados ceifando vidas e inlingindo terríveis mutilações e incapacitações físicas a inocentes.
A verdade é que, com base na nefasta política externa que Lula, Marco Aurélio Garcia, o Chanceler Amorim e boa parte dos petistas praticam, podendo ser citado o apoio ao Irã, às FARCS, à Venezuela, Cuba e alguns países africanos que ainda praticam o genocídio, não seria de se estranhar que estes recursos estivessem sendo encaminhado sob o “manto da reconstrução”, mas, efetivamente, revertido para contribuir com o incremento do armamento bélico desse grupo terrorista, conseqüentemente visando a manutenção do terrorismo
Isso tudo sem falar que, recentemente, brasileiros do nordeste sofreram horrores frente a uma das maiores tragédias que já assolou a região (enchentes), levando a destruição maciça de lares e mortes entre seres das mais diversas faixas etárias. A fome, a sede e as doenças imperaram por longo tempo nesses locais sem que recebessem a ajuda necessária na quantidade e qualidade de parte do Governo Federal. Portanto, esses 25 milhões deveriam ter como destino o nordeste.
O fato é que os atuais gestores petistas doam descaradamente o dinheiro suado do trabalhador, valores estes oriundos da escorchante carga tributária que incide sobre produtos, salários, etc, para outros países como Venezuela, Equador, Bolívia, Paraguai entre outros, a fundo perdido, ao invés de aplicar cada centavo em prol do cidadão brasileiro e do seu País.
Isso sem falar no terrível MST que nem sequer possui CNPJ e como se já não bastasse, agora, para um grupo terrorista (HAMAS). Onde e quando tudo isso terá o seu término?
JORNAL DA TARDE
Domingo, 22 de agosto de 2010
MERCADANTE
Aloizio Mercadante fez questão de colar a sua imagem à do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aliás, o próprio Lula gravou um vídeo pedindo votos ao candidato petista ao governo do Estado de São Paulo. Porém, o que o Sr. Mercadante já fez para São Paulo nos seus mais de 10 anos de mandato como deputado e senador? Eu digo. Nada ou quase nada. Por isso, pelo menos para mim, o discurso desse candidato pode ser resumido em três pequenas palavras: blá, blá, blá. O que fico pensando é: será que a conversa mole do Partido dos Trabalhadores (PT) irá funcionar no Estado como já vimos que está funcionando no restante da Nação?
FOLHA DE S. PAULO
DOMINGO, 22 DE AGOSTO de 2010
BNDES
A proposta de Aloizio Mercadante de criar um BNDES em São Paulo é absolutamente equivocada e de caráter eleitoreiro, até porque o BNDES ora existente cumpre rigorosamente os seus objetivos com enorme eficiência, enquanto banco de fomento.
A proposta do Senador Aloizio Mercadante de criar um BNDES em nível estadual (São Paulo) é absolutamente equivocada, desnecessária, de caráter eleitoreiro e politiqueiro, até porque o BNDES ora existente, cumpre rigorosamente com os seus objetivos, metas, missão e visão com enorme eficiência, enquanto banco de fomento. A construção de um novo banco social significaria um gasto inutil, a formação de um balcão de negócios e, evidentemente, mais um aparelhamento e cabide de empregos, “know how” altamente especializado que o PT adquiriu ao longo dos últimos 8 anos. Mercadante poderia apresentar algo muito melhor do que simplesmente conversa fiada.
JORNAL DA TARDE
16/8/2010
ALCKMIN
O debate entre os candidatos ao governo do Estado São Paulo revelou, com extrema nitidez, a infinita distância que separa Geraldo Alckmin dos demais candidatos ao cargo. Muitos deles parecem que não tinham quaisquer propostas de governo, o que deixou claro as suas inaptidões para governar o mais importante Estado da Nação. Aliás, enquanto Alckmin era o alvo preferido dos outros candidatos, ele mostrou o motivo pelo qual é líder nas pesquisas. Para mim, quanto mais eles agrediram o tucano, mais eles mostraram que ele é, sim, o melhor para São Paulo. A prática da agressão pode até dar certo com alguns eleitores, mas, acredito, que a maioria viu apenas um monte de desesperados tentando alcançar a popularidade de Alckmin. Que ele continue assim, se saindo bem e, principalmente, que prove toda a sua competência no comando do Estado.
O que vemos na política brasileira são dezenas de partidos sem ideológia e sem qualquer programa de governo. Eles se unem aos partidos maiores para poder sobreviver. Isso é um verdadeiro retrato de como está o Brasil, o país da imoralidade, da impunidade, do coronelismo, das oligarquias, do corporativismo político e da falta de vergonha. É preciso que as pessoas pensem nisso na hora de votar.